quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Livro do mês de Janeiro

Escola Aviador Brito Paes
Colos
Ano Lectivo: 2011/2012


Cristiana Miguel
Nº5 8ºB
Disciplina: Língua Portuguesa
Professor: Rui Teresa


Resumo:

A minha história é sobre um cão, que se chama Frik.
Um dia o seu dono resolveu ir à praia, mas o Frik não achou lá grande piada.
O frik não sabia que sitio era aquele e então ao guarda-sol ele chamava de poste enterrado e as ondas ele chamava-lhes de banheira enorme.
Quando ele foi para perto da água, pensou que estavam todos doidos. Por irem tomar banho todos ao mesmo tempo, pois ele nunca tinha ido à praia.
Depois o seu dono mais pequeno o Pedro foi buscar o seu cão para irem fazer castelos na areia. Como é óbvio o cão não gostou porque as ondas estavam sempre a desmanchar os castelos.
Naquele dia a praia estava cheia de gente por todo o lado, mal havia lugar para as pessoas se deitarem na areia.
No final do dia o Pedro e a família perguntaram ao Frik se ele tinha gostado do dia de praia e ele nem teve resposta.
Foi um dia difícil para o Frik.

Autora:
A autora deste livro “Um dia na praia” é a Margarida Fonseca Santos.
Esta senhora já veio a nossa bela escola: Aviador Brito Paes, no dia 31 de Maio do ano 2007.
Esta autora já tem mais colecções tais como:
“Uma prenda muito especial”
“Uma escola fantástica”
“O livro misterioso”

Personagens:
As personagens desta história são o Pedro, o Frik e os pais do Pedro.

Tempo:
A história passou-se no verão.

Opinião:
A minha opinião a cerca deste livro é que é um livro bastante engraçado e que deve ser contado aos mais pequenos.
Eu conheci este livro no ano 2007 e decidi, agora voltar a relê-lo porque é um livro curioso.
Aconselho as pessoas a lê-lo porque é interessante

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Texto escrito na aula

Ontem quando me preparava para almoçar, o atum olhou para mim e disse-me “bom dia”.

Olhei para ele e pensei: isto só pode ser um sonho.

Ele disse-me novamente bom dia e eu respondi-lhe.

Ele pediu-me para não o comer, porque assim morreria e eu decidi não o comer.

Ele perguntou-me: Então vais-me comer ou não?

E eu: Não, podes ficar descansado que eu não te vou comer pois, pareces ser um bom amigo.

E ele disse-me: Olha, eu tinha 2 filhos pequenos e uma mulher, se me comeres eu morrerei e a minha família correrá perigo!

E eu disse: Olha amanhã, irei contigo ao mar, para regressares a tua família.

E ele respondeu: Obrigada!

Não tens de que amigo atum, todos nos temos o direito de viver. Bem agora tenho de regressar ao meu trabalho mas primeiro vou deixar-te em minha casa, assim lá não correras perigo.

- Muito obrigada. – Agradece novamente o atum.

Após o ter deixado em casa, regressei ao meu trabalho.

No dia seguinte fui devolver o atum ao mar e foi um momento emocionante.

Este almoço ficara sempre na minha memória e a partir deste dia já não comi mais atum.



E foi assim o meu almoço de ontem.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Trabalho sobre um poema - Dezembro

TRABALHO SOBRE UM POEMA
O meu trabalho é sobre um poema de Manuel Alegre, criado em Lisboa no dia 30-10-2001. O meu poema tem o nome de “Outono”, logo pelo nome vemos que deve ter a ver com o Outono. Bem vou-vos agora dizer o que li no poema.
“Uma folha caiu
Em plena estrada.
Era apenas uma folha
No meio da estrada
Uma folha a cair,
Mais nada”.

Este poema transmite-nos a sensação de que uma estrada estava deserta e que caiu uma folha de uma árvore. Gostei da parte “mais nada” quer dizer que ali não aconteceu mais nada ou seja a folha caiu e pronto não se passou mais nada.
Este poema tem sete estrofes.

AUTOR:
O autor do meu poema é o Manuel Alegre, este autor já fez bastantes livros tais como:
“O canto e as armas”
“Atlântico”
“Alma”
“Obra poética”
“30 Anos de poesia”
“A terceira rosa”


... Entre muitas outras…


OPINIÃO:
A minha opinião sobre este poema é boa, pois gostei bastante de trabalhar neste poema. Achei o poema interessante, ou seja, é uma coisa insignificante (no cair de uma folha) criou-se um poema bastante completo.

Tempo e lugar:
A acção decorre numa estrada deserte e provavelmente no mês de Outubro, porque normalmente quando as folhas caiem é no mês de Outubro.

Personagens:
A personagem deste poema é a folha.


Imagem in: folha

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Diário

Olá meu parente diário:
Hoje fui ao restaurante e pedi arroz de marisco. O marisco estava estragado. Depois pedi bitoque, mas quando ia começar a comer caiu uma mosca no prato. Chateei-me e pensei que a comida não queria ser comida por mim. De seguida lembrei-me de quando fui à casa da Balbina Contente. Estava tudo muito diferente, vi um porco no teto. Fui à cozinha e estava lá a banheira que devia estar na casa de banho. No quarto estava o lava-loiça em cima da cama e na parede dizia:
“Hoje vi um cão
Que era muito lindo
E dei-lhe um bocado de pão
E disse-lhe: olha, que sejas bem-vindo.”
Decidi dizer-te esta quadra porque achei muito engraçada.
Às 18 horas fui à casa da minha prima e ela apresentou-me uma amiga que é famosa. E era a Diana Chaves, gostei muito de a conhecer, parece ser uma pessoa sociável. Nesse momento senti que estava a realizar um grande sonho.
 Depois a minha amiga Madalena, ligou-me para eu lhe pedir um autógrafo.
Depois fui para casa e jantei um bom peixe assado com batatas cozidas e como estava muito cansada, pois tinha tive um dia atarefado.
Quando estava a dormir, sonhei que estava num tapete voador. O tapete era grande e triangular. Estava a limpar os sapatos e quando reparei estava nas nuvens a voar.
Lá em cima encontrei um grande amigo meu que já não o via há muito tempo. Deu para meter a conversa em dia.
Depois acordei e vi que era apenas um sonho e fiquei desiludida por não ser realidade.
E este foi o meu dia…

Adeus meu amigo diário.
Beijinhos até à próxima










                                                                    Imagem in:perguntaresponder

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Livro do mês de novembro

Escola Básica Aviador Brito Paes
Cristiana Miguel 8ºB nº 5
Professor: Rui Teresa

O meu livro é sobre ‘’A Relíquia’’ de Eça de Queiroz.
Imagem in: paredaodopovobj
Era uma vez uma senhora que se chamava Dona Patrocinio que tinha um sobrinho chamado Teodorico. A Dona Patrocinio era uma mulher muito séria e que nunca se ria com nada. A Dona Patrocinio era uma mulher muito rica e o seu sobrinho esperava ficar com a sua fortuna. Entretanto Teodorico cresceu e percebeu que aquela casa não lhe dizia nada, queria ir viver para um sítio exótico, mas quem não gostou da ideia foi a Dona Patrocinio!
Até que lhe deram a ideia de ele ir viver para a palestina! Todos gostaram da ideia e então lá foi ele…
A viagem demorou uma eternidade. Passado algum tempo de lá estar, Teodorico decidiu ir ver a sua tia. Mas havia um pequeno problema, não tinha nada para lhe trazer, ou seja, uma relíquia. Até que teve uma ideia: cortou uns ramos de uma árvore e um pedaço de tecido de uma camisa de noite que encontrou no hotel. E inventou que aquilo era de Cristo. Quando chegou todos estavam curiosos por saber o que Teodorico trazia numa caixa. Ficaram muito admirados quando abriram a caixa. Pois Teodorico não trazia nada de mais. Quando de repente a noite em camisa, ou seja, ele quando estava no hotel viu uma senhora em camisa mas não ligou. Ficaram todos desiludidos!
O Teodorico foi posto na rua e ficou sem a herança, pois não tinha trazido nada do que tinha prometido. Sem fortuna Teodorico teve de arranjar uma maneira de ganhar a vida.
Teodorico casou e sentiu-se arrependido do que tinha feito. Mas era o castigo mais merecido, pois ele mentiu.

O escritor desde livro é José Maria de Eça de Queirós.
José Maria de Eça de Queirós, nascido na Póvoa de Varzim, dia 25 de novembro de 1845 e faleceu em Paris, dia 16 de agosto de 1900. É um dos mais importantes escritores lusos. Foi autor, entre outros romances de reconhecida importância, de Os Maias e O crime do Padre Amaro;

sábado, 22 de outubro de 2011

Manual pág 225

1. A expressão-chave do poema é : "É urgente".

2. Antónimos de destruir são : multiplicar, permanecer e descobrir.


Imagem in: tvecelebridades

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Traballho do dia 13 de Outubro

Tenho um gato amarelo
o meu gato é inteligente
mas tem o pêlo que mais parece um marmelo
no Carnaval disfarcei-o de agente
Ficou tão lindo!!

O meu gato é fofinho
anda sempre triste
pois acho que ele
tem é falta de um amiguinho

No dia 24 foi quando comprei o meu gato
estava agora a pensar num animal
e já decidi vou-lhe comprar um pardal

Hoje fui a loja aquela ao pé do banco
mas já não havia nenhum pardal

O gato sem amigo ficou, pois nao havia animal que o anima-se.



 Imagem in; .blogspot